Shadow on Concrete Wall

Em cima da promessa

As mulheres que constroem a Vila independência

Image by Tiago Alves
Postes de tronco e futuras salas de estar

Quando eu vim morar aqui eu tinha 21 anos, foi há uns bons anos atrás. Eu estava grávida e aqui tinha um barraquinho de plástico. Era só a madeira e o plástico mesmo, depois eu fui ajeitando e colocando os madeirites. Morei nesse barraquinho por nove anos. Depois a gente saiu. A prefeitura tirou a gente, nos botou no auxílio moradia e disse que ia dar as casas prontas, foi por isso que a gente foi. A gente ficou dez anos, quase onze, esperando e o terreno aqui, sozinho, abandonado.

Foi quando a gente resolveu reinvadir o terreno. Montamos uma comissão com o nosso líder comunitário, Anderson Gugu. Voltamos e dividimos tudo direitinho, só não coube todo mundo porque a Prefeitura pôs um muro na parte de trás do terreno, perdemos bastante espaço. Agora estamos aqui, cada um na sua luta, cada um enfrentando as suas dificuldades. Trabalho está difícil, material está caríssimo, então a gente vai se virando. Eu mesmo sou vendedora autônoma. Vendo umas coisinhas, pano de prato, lingerie, essas coisas e vou tentando me virar com o que eu ganho pra comprar um pouquinho de material e comprar alimento pra me sustentar e sustentar dois filhos e dois netos.

Quando eu vim morar aqui eu tinha 21 anos, foi há uns bons anos atrás. Eu estava grávida e aqui tinha um barraquinho de plástico. Era só a madeira e o plástico mesmo, depois eu fui ajeitando e colocando os madeirites. Morei nesse barraquinho por nove anos. Depois a gente saiu. A prefeitura tirou a gente, nos botou no auxílio moradia e disse que ia dar as casas prontas, foi por isso que a gente foi. A gente ficou dez anos, quase onze, esperando e o terreno aqui, sozinho, abandonado.

Foi quando a gente resolveu reinvadir o terreno. Montamos uma comissão com o nosso líder comunitário, Anderson Gugu. Voltamos e dividimos tudo direitinho, só não coube todo mundo porque a Prefeitura pôs um muro na parte de trás do terreno, perdemos bastante espaço. Agora estamos aqui, cada um na sua luta, cada um enfrentando as suas dificuldades. Trabalho está difícil, material está caríssimo, então a gente vai se virando. Eu mesmo sou vendedora autônoma. Vendo umas coisinhas, pano de prato, lingerie, essas coisas e vou tentando me virar com o que eu ganho pra comprar um pouquinho de material e comprar alimento pra me sustentar e sustentar dois filhos e dois netos.

poste de sinalização

Maria das Graças, 40 anos

Quando eu vim morar aqui eu tinha 21 anos, foi há uns bons anos atrás. Eu estava grávida e aqui tinha um barraquinho de plástico. Era só a madeira e o plástico mesmo, depois eu fui ajeitando e colocando os madeirites. Morei nesse barraquinho por nove anos. Depois a gente saiu. A prefeitura tirou a gente, nos botou no auxílio moradia e disse que ia dar as casas prontas, foi por isso que a gente foi. A gente ficou dez anos, quase onze, esperando e o terreno aqui, sozinho, abandonado.

Maria das Graças, 40 anos

Quando eu vim morar aqui eu tinha 21 anos, foi há uns bons anos atrás. Eu estava grávida e aqui tinha um barraquinho de plástico. Era só a madeira e o plástico mesmo, depois eu fui ajeitando e colocando os madeirites. Morei nesse barraquinho por nove anos. Depois a gente saiu. A prefeitura tirou a gente, nos botou no auxílio moradia e disse que ia dar as casas prontas, foi por isso que a gente foi. A gente ficou dez anos, quase onze, esperando e o terreno aqui, sozinho, abandonado.

Maria das Graças, 40 anos

Quando eu vim morar aqui eu tinha 21 anos, foi há uns bons anos atrás. Eu estava grávida e aqui tinha um barraquinho de plástico. Era só a madeira e o plástico mesmo, depois eu fui ajeitando e colocando os madeirites. Morei nesse barraquinho por nove anos. Depois a gente saiu. A prefeitura tirou a gente, nos botou no auxílio moradia e disse que ia dar as casas prontas, foi por isso que a gente foi. A gente ficou dez anos, quase onze, esperando e o terreno aqui, sozinho, abandonado.

Maria das Graças, vitória e luta

Maria das Graças, 40 anos

Quando eu vim morar aqui eu tinha 21 anos, foi há uns bons anos atrás. Eu estava grávida e aqui tinha um barraquinho de plástico. Era só a madeira e o plástico mesmo, depois eu fui ajeitando e colocando os madeirites. Morei nesse barraquinho por nove anos. Depois a gente saiu. A prefeitura tirou a gente, nos botou no auxílio moradia e disse que ia dar as casas prontas, foi por isso que a gente foi. A gente ficou dez anos, quase onze, esperando e o terreno aqui, sozinho, abandonado.

Foi quando a gente resolveu reinvadir o terreno. Montamos uma comissão com o nosso líder comunitário, Anderson Gugu. Voltamos e dividimos tudo direitinho, só não coube todo mundo porque a Prefeitura pôs um muro na parte de trás do terreno, perdemos bastante espaço. Agora estamos aqui, cada um na sua luta, cada um enfrentando as suas dificuldades. Trabalho está difícil, material está caríssimo, então a gente vai se virando. Eu mesmo sou vendedora autônoma. Vendo umas coisinhas, pano de prato, lingerie, essas coisas e vou tentando me virar com o que eu ganho pra comprar um pouquinho de material e comprar alimento pra me sustentar e sustentar dois filhos e dois netos.

Maria das Graças, 40 anos

Quando eu vim morar aqui eu tinha 21 anos, foi há uns bons anos atrás. Eu estava grávida e aqui tinha um barraquinho de plástico. Era só a madeira e o plástico mesmo, depois eu fui ajeitando e colocando os madeirites. Morei nesse barraquinho por nove anos. Depois a gente saiu. A prefeitura tirou a gente, nos botou no auxílio moradia e disse que ia dar as casas prontas, foi por isso que a gente foi. A gente ficou dez anos, quase onze, esperando e o terreno aqui, sozinho, abandonado.

Foi quando a gente resolveu reinvadir o terreno. Montamos uma comissão com o nosso líder comunitário, Anderson Gugu. Voltamos e dividimos tudo direitinho, só não coube todo mundo porque a Prefeitura pôs um muro na parte de trás do terreno, perdemos bastante espaço. Agora estamos aqui, cada um na sua luta, cada um enfrentando as suas dificuldades. Trabalho está difícil, material está caríssimo, então a gente vai se virando. Eu mesmo sou vendedora autônoma. Vendo umas coisinhas, pano de prato, lingerie, essas coisas e vou tentando me virar com o que eu ganho pra comprar um pouquinho de material e comprar alimento pra me sustentar e sustentar dois filhos e dois netos.

Maria das Graças, Vitória e Luta

Maria das Graças, 40 anos

Quando eu vim morar aqui eu tinha 21 anos, foi há uns bons anos atrás. Eu estava grávida e aqui tinha um barraquinho de plástico. Era só a madeira e o plástico mesmo, depois eu fui ajeitando e colocando os madeirites. Morei nesse barraquinho por nove anos. Depois a gente saiu. A prefeitura tirou a gente, nos botou no auxílio moradia e disse que ia dar as casas prontas, foi por isso que a gente foi. A gente ficou dez anos, quase onze, esperando e o terreno aqui, sozinho, abandonado.

Foi quando a gente resolveu reinvadir o terreno. Montamos uma comissão com o nosso líder comunitário, Anderson Gugu. Voltamos e dividimos tudo direitinho, só não coube todo mundo porque a Prefeitura pôs um muro na parte de trás do terreno, perdemos bastante espaço. Agora estamos aqui, cada um na sua luta, cada um enfrentando as suas dificuldades. Trabalho está difícil, material está caríssimo, então a gente vai se virando. Eu mesmo sou vendedora autônoma. Vendo umas coisinhas, pano de prato, lingerie, essas coisas e vou tentando me virar com o que eu ganho pra comprar um pouquinho de material e comprar alimento pra me sustentar e sustentar dois filhos e dois netos.

Maria das Graças, 40 anos

Quando eu vim morar aqui eu tinha 21 anos, foi há uns bons anos atrás. Eu estava grávida e aqui tinha um barraquinho de plástico. Era só a madeira e o plástico mesmo, depois eu fui ajeitando e colocando os madeirites. Morei nesse barraquinho por nove anos. Depois a gente saiu. A prefeitura tirou a gente, nos botou no auxílio moradia e disse que ia dar as casas prontas, foi por isso que a gente foi. A gente ficou dez anos, quase onze, esperando e o terreno aqui, sozinho, abandonado.

Foi quando a gente resolveu reinvadir o terreno. Montamos uma comissão com o nosso líder comunitário, Anderson Gugu. Voltamos e dividimos tudo direitinho, só não coube todo mundo porque a Prefeitura pôs um muro na parte de trás do terreno, perdemos bastante espaço. Agora estamos aqui, cada um na sua luta, cada um enfrentando as suas dificuldades. Trabalho está difícil, material está caríssimo, então a gente vai se virando. Eu mesmo sou vendedora autônoma. Vendo umas coisinhas, pano de prato, lingerie, essas coisas e vou tentando me virar com o que eu ganho pra comprar um pouquinho de material e comprar alimento pra me sustentar e sustentar dois filhos e dois netos.

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