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27 de agosto: 22 anos da morte de Dom Helder Camara


Há 22 anos nos despedíamos de Dom Helder Câmara. O Dom da Paz partiu no dia 27 de agosto de 1999, aos 90 anos, deixando na terra mensagens de amor, igualdade e o desejo de uma sociedade mais justa.


Revolucionário, via os seus trabalhos com movimentos populares e em favor da democracia serem taxados como perigo à Ditadura Militar. À época, foi classificado como um dos principais inimigos do regime, acusado de “comunista”, “bispo vermelho”, e teve sua candidatura ao Nobel da Paz boicotada. Porém, por mais que tentassem o calar, a força de Dom Helder vinha da conexão com o povo, e a sua voz ecoa até hoje naquelas e naqueles que foram tocados pelo mesmo.


No dia de sua morte, gostaríamos de falar da vida de seus ensinamentos. Da chama da justiça que nunca apaga. Para isso, convidamos algumas das pessoas que tiveram o prazer de conviver com o Dom, ou que atuam na disseminação de seu legado, para ouvir como as ideias do mesmo ainda estão em seus corações.


No vídeo estão Rejane Menezes, membra do Centro dom Helder Câmara de Estudos e Ação Social e do Instituto Dom Helder Câmara; Célia Trindade, historiadora do Idhec e membra do Conselho Diretor do Cendhec, Luis Tenderini, que trabalhou com Dom Helder na Igreja das Fronteiras, integrante do conselho do Cendhec e fundador do Trapeiros do Emaús em Recife; Manoel Moraes, professor, advogado e presidente do Conselho do Cendhec; Bruno Ribeiro, advogado do Cendhec e membro do IDHEC e Dômenico Corcione, consultor em Desenvolvimento Social e Institucional do Cendhec.




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